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		<title>Os aniquilacionistas sobre a parábola do rico e de Lázaro</title>
		<description>Comente Os aniquilacionistas sobre a parábola do rico e de Lázaro</description>
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			<title>Diana diz:</title>
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			<description><![CDATA[Obrigado perfeito]]></description>
			<dc:creator>Diana</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 23 Feb 2017 03:36:54 +0000</pubDate>
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			<title>Luiz diz:</title>
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			<description><![CDATA[Olá Gustavo Boa noite Em relação à santa doutrina da imortaidade da alma os mortalistas negam já em Gênesis 2:7 o ser em si pois quando a Bíblia fala sobre o ser humano ser uma "alma vivente" pois a "alma vivente" aí identifica alma imortal que é o ser em si que interage de forma complexa com o corpo físico e repare que "alma vivente" é um ser que vive ora se é um ser que vive então tem algo para identificar o mesmo como tal então temos que existe um elemento consciente espiritual. Na visão mortalista o ser humano é corpo + fôlego de vida ora isso não designa uma alma vivente mas sim uma soma ou adição vivente e a Bíblia não ensina sobre o ser humano ser uma soma ou adição vivente mas sim uma alma vivente. A doutrina mortalista cre também que quando o ser humano morre ele deixa de existir ( ainda que temporariamente)mas tanto o corpo quanto o fôlego de vida continuam existindo de forma real o corpo virá pó e o fôlego volta para Deus logo existem até para que haja ressurreição se faz necessária tal existência ou seja a potencialidade para ressurgir existe e por esse motivo a santa doutrina da imortalidade da alma é importante pois como a potencialidade para haver a ressurreição requer existência segue-se que tem que existir o elemento espiritual principal existente que é justamente a alma imortal. Um outra questão é que no aniquilacionismo proporcionalista o ser " deixa de existir" mas o que acontece com o fôlego de vida do ímpio que vai queimando proporcionalmente ? volta para Deus ou some? Se o fôlego de vida volta para Deus então parte daquela alma vivente continua existindo em Deus e se é aniquilada isso entra em contradição com a própria nomenclatura que é fôlego de vida e não de morte e ainda temos a questão que Deus sempre existiu, existe e existirá o nada em absoluto nunca existiu, existe ou existirá e esse nada 100% está em Deus pois a existência real de Deus supera-o deixando-o como não existência e se um ser é aniquilado em absoluto esses ser volta para Deus pois se cre que Deus crio as coisas a partir do nada ou seja só existia Deus e se só existia Deus antes da criação logo o nada estava completamente preenchido pela existência plena de Deus.O nada não poderia estar em paralelo com Deus pois senão existiria Deus e o nada, e o nada aí seria algo e isso descaracterizaria o nada como não-existência ou seja Deus não foi no nada como se o nada fosse algo tirar as coisa de lá mas criou a partir dEle mesmo. Na verdade os mortalistas são inexistencialistas pois negam o ser. Um grande abraço]]></description>
			<dc:creator>Luiz</dc:creator>
			<pubDate>Fri, 27 May 2016 23:56:28 +0000</pubDate>
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			<title>Gustavo diz:</title>
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			<description><![CDATA[Oi, Luiz. Tudo bem, não tem problema. Eu percebi que você estava tentando enviar seu comentário! Fique na Paz.]]></description>
			<dc:creator>Gustavo</dc:creator>
			<pubDate>Tue, 18 Aug 2015 23:57:14 +0000</pubDate>
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			<title>Luiz diz:</title>
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			<description><![CDATA[Olá Gustavo Bom dia Gustavo, peço desculpas pois quando eu escrevi o meu primeiro comentário neste assunto eu realmente me confundi, pois eu digitei os caracteres que no caso eram números e logo depois apareceram outro caracteres que no caso eram letras e enviei mas aí eu não vi que o comentário já tinha sido enviado com sucesso e então como eu não percebi isso eu continuei preenchendo os caracteres e enviando outras vezes, só depois de um tempo é que fui na barra de rolagem e arrastando ela consegui ver a mensagem que já tinha ido,pelo desculpas novamente. Luiz]]></description>
			<dc:creator>Luiz</dc:creator>
			<pubDate>Mon, 17 Aug 2015 13:22:25 +0000</pubDate>
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			<title>Luiz diz:</title>
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			<description><![CDATA[Olá Gustavo Boa noite A parábola do rico e Lázaro nos apresenta outras informações interessantes: Em Lucas 16:23 aparece a expressão “ estando em tormentos “, Lucas 16:24 “ estou atormentado nesta chama”e em Lucas 16: 25 “ “em tormentos” e em Lucas 16:28 “lugar de tormento” reparem que Jesus não poupou as palavras tormento e atormentado indicando assim um lugar sim de tormento não para o corpo mas para a alma ou seja a força das palavras de Jesus indicam que tal lugar recebe as almas dos ímpios. E tanto em Lucas 16:23 como em Lucas 16:28 a palavra em grego é basanos lembrando Apocalipse 20:10 que é tilizada a palavra bazanizo e em Apocalipse 14:11 é basanismos e embora o “lugar de tormento” em Lucas não seja a Geena Eterna mas é sem dúvida um lugar de sofrimento consciente. Aproveitando o gancho em Mateus 25:46 a palavra usada é kolasis e não basanos e crença mortalista argumenta o seguinte: que quando no grego o adjetivo aionios vem junto de um substantivo de ação então se refere ao resultado e não ao processo e que tal resultado é eterno ou seja tem um resultado permanente e que então tal castigo resultaria em um aniquilamento como resultado. Pois bem, em Hebreus 6:2 temos a expressão “juízo eterno” e considerando que a palavra “juízo”é um substantivo de ação e vem junto da palavra grega aionion então se depois desse juizo o resultado deverá ser permanente e eterno e o resultado desse juízo de acordo com a crença mortalista é justamente o “castigo” de Mateus 25:46 então tal “castigo” como conseqüência ou resultado tem que ser eterno e permanente então conclui-se que o castigo sendo eterno gera um tormento eterno. Se o rico representa os judeus e o mendigo representa os gentios e os judeus tinham por algum motivo seja por tradição ou seja por algum escrito uma concepção de que o rico iria para o céu o mendigo iria para o inferno então tal entendimento era só daquele povo naquela época e a parábola tem um sentido universal. Tanto as pessoas daquela época quanto as que estavam presentes no exato momento que Jesus falou a parábola entenderiam a mesma inclusive entendendo a mensagem moral partindo da forma que Jesus montou a parábola ou seja com a vida após a morte como pano de fundo. Então na crença mortalista é como se Jesus se dirigisse só para aquelas pessoas ou seja elas entenderiam isso, mas sendo a mensagem universal todas as pessoas deveriam entender e aprender com tal parábola. Os mortalistas podem argumentar que para as demais pessoas bastaria explicar isso ou seja que a parábola simbolizava algo e que não se baseava em fatos reais porém isso é limitar a narrativa. A visão bíblica imortalista deixa a parábola muito bem estruturada em sua mensagem plena com o sentido universal e tem como pano de fundo a vida após a morte e a partir daí a parábola é estabelecida e ai sim a mesma ganha uma dimensão universal ou seja tanto a imortalidade da alma,quanto o fato de amar mais a Deus do que ao dinheiro, e que a oportunidade de salvação é apenas nesta vida não está limitado áquela época mas a todas as épocas e povos. A universalidade da referida parábola pode se vista em Lucas 16:16 onde Jesus diz que o Evangelho do Reino vêm sendo anunciado e que “todo homem se esforça por entrar nele”. É interessante que cita no mesmo versículo “ Lei e profetas” e isso lembra Moisés e os profetas. Como eu escrevi toda a parábola e construída e conduzida tendo como base a vida após a morte e que Moisés e os profetas estão com seus corpos mortos porém eles são citados para se entender que estão vivos e vivos como almas e que isso não é ficcção mas sim realidade e é tão realidade como a Lei e os profetas que constavam nas Escrituras e que agora a parábola também está nas Escrituras para todos os homens. Moisés e os profetas foram seres reais as Escrituras que os judeus tinham era reais e parábola do rico e Lázaro está também nas Escrituras e isso é real assim como a parábola tem seres reais em situações reais. Um abraço Luiz]]></description>
			<dc:creator>Luiz</dc:creator>
			<pubDate>Sat, 15 Aug 2015 01:46:29 +0000</pubDate>
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			<title>Gustavo diz:</title>
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			<description><![CDATA[Olá, Luiz. Obrigado pela contribuição, à qual não preciso adicionar nada. Gostaria apenas de avisar que, como os comentários são aprovados apenas quando entro no site e os aprovo manualmente (para evitar que robôs postem SPAM, como acontecia antes na aprovação automática), você não os verá quando o submeter. Mas não se preocupe, eles estarão aguardando minha aprovação, e eu geralmente aprovo todos os comentários. Se ao enviar seu comentário, surgir a mensagem "Comentário adicionado e à espera de aprovação" abaixo do botão de enviar, ele já estará no sistema. Abraços.]]></description>
			<dc:creator>Gustavo</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 13 Aug 2015 02:39:54 +0000</pubDate>
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			<title>Luiz diz:</title>
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			<description><![CDATA[Olá Gustavo Boa noite Eu entendo que a parábola do rico e Lázaro se trata de uma parábola especial em que é toda construída tendo como base a vida após a morte. A partir desse pano de fundo Jesus estrutura a parábola e a conduz. A parábola cita nomes por isso eu considero especial pois as demais não citam. A referida narrativa nos apresenta a imortalidade da alma em duas etapas a primeira é no versículo 22 onde o mendigo é "levado pelos anjos" até o Seio de Abrãao e no versículo 23 temos o rico em tormentos indicando assim em ambos os casos seres pessoais conscientes. No versículo 24 o rico clama ao Pai Abrãao para que o mesmo tenha misericórdia e no versículo 25 Abrãao responde e depois no versículo 29 Moisés e os profetas são citados e é justamente na citação de Abrãao, Moisés e os profetas que está a segunda etapa. Ora , é sabido que no momento em que Jesus falou aquela parábola tanto Abrãao, Moisés e os profetas estavam mortos a aí é importante se fazer uma observação não menos importante de que na verdade eram os corpos de Abrãao, Moisés e dos profetas que estavam mortos mas não as almas deles indicando assim um contraste entre os corpos e as almas imortais. Um outro ponto importante é que a visão mortalista não tem uma explicação satisfatória e precisa sobre o que realmente significa , simboliza ou representa o "lugar de tormento" do versículo 28, uma vez que na crença mortalista se entende que os elementos ou pelo menos os principais deles na referida parábola devem ter um significado ou simbolizam algo. O fato de só ter uma passagem citando o"lugar de tormento" não invalida a interpretação imortalista pois só existe um texto que fala no santo batismo cristão sendo feito na santa fórmula da Santíssima Trindade que está em Mateus 28:19. A passagem fala de Lázaro com um mendigo que "jazia" dando a idéia de que Lázaro estava já nos últimos dias de suas vida e não necessariamente que Lázaro ficou um grande período naquele lugar mas que provavelmente nos momentos finas de sua vida talvez por alguns dias . Tanto é verdade que o texto cita que Lázaro morreu primeiro reforçando assim a idéia de que ele já estava muito, mas muito debilitado mesmo. Os mortalistas costumam citar 1 Timóteo 6:16 para negar a santa doutrina bíblica da imortalidade da alma argumentando que só Deus possui a imortalidade, porém a passagem requer uma análise mais profunda pois a expressão usada para Deus é " ele só " e se for assim como fica o Santo Deus Filho e o Santo Deus Espírito Santo? Será que Jesus e o Espírito Santo não possuem a imortalidade? Sendo a Santíssima Trindade uma doutrina Bíblica então as 3 Santíssimas Pessoas são Eternas e logicamente possuem a imortalidade. Um abraço Luiz]]></description>
			<dc:creator>Luiz</dc:creator>
			<pubDate>Thu, 13 Aug 2015 00:58:02 +0000</pubDate>
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