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Isso é um belo, doce e alegre começo de seu ensinamento e de sua prédica. Ele não vem aí como Moisés ou um doutor da lei, com ordens, ameaças e terror, porém, da maneira mais amigável, somente incentivando e atraindo, e com lindas promessas. Com efeito, se as primeiras queridas palavras e a prédica do Senhor Cristo não tivessem sido formuladas e apresentadas a todos nós dessa maneira, a curiosidade tomaria conta de cada um de nós e nos impulsionaria a correr atrás delas até Jerusalém, sim, até o fim do mundo, para ouvir apenas uma dessas palavras. Haja dinheiro para que a estrada seja bem construída! E cada qual se gloriaria orgulhosamente de que tinha ouvido ou lido as palavras e a prédica proferidas pelo próprio Senhor Cristo. Quão maravilhosamente bem-aventurado deveria ser chamado o homem que teve essa ventura! É exatamente isso que aconteceria, se não tivéssemos nada disso por escrito, embora tivesse sido escrito muita coisa por outros. Todos diriam: sim, eu ouço o que S. Paulo e outros de seus apóstolos ensinaram, mas gostaria muito mais de ouvir o que ele mesmo disse e pregou.
Está exposto no Museu de Zuínglio um exemplar do Rudimenta Hebraica de Reuchlin do ano 1506. Este era o livro de instrução onde, no início do século 16, normalmente se aprendia e se estudava o hebraico. Foi assim também com Zuínglio. Na primeira e na segunda página ele indicou que o referido exemplar era seu com as palavras: εἰμὶ τοῦ zyγγλίου (sou de Zuínglio). Desta forma com letras latinas abaixo das gregas, escreveu ele seu nome conhecido nos anos de 1517 a 1519. Naquela época ele também havia gostado de ter adquirido o livro. Há nas margens anotações com tinta vermelha e preta, das mãos um pouco mais velhas de Zuínglio.
Teologia é algo muito chato, certo? Errado! Afinal de contas, na tarefa de refutar heresias que ameaçavam Igreja, até o bom e velho sarcasmo às vezes serve como recurso apologético. Brian LePort no blog Near Emmaus nos fez a gentileza de compartilhar dois textos de Irineu onde ele usa um pouco deste sarcasmo para refutar os gnósticos.
O meu único fundamento é meu fiel Salvador Jesus Cristo. A Ele pertenço, em corpo e alma, na vida e na morte, e não pertenço a mim mesmo. Com seu precioso sangue Ele pagou por todos os meus pecados e me libertou de todo o domínio do diabo. Agora Ele me protege de tal maneira que, sem a vontade do meu Pai do céu, não perderei nem um fio de cabelo. Além disto, tudo coopera para o meu bem. Por isso, pelo Espírito Santo, Ele também me garante a vida eterna e me torna disposto a viver para Ele, daqui em diante, de todo o coração.
Meus caros amigos, vocês têm ouvido freqüentemente de que nunca houve um sermão público vindo diretamente do céu, com exceção de duas oportunidades. À parte deles, Deus falou muitas vezes com os homens na Terra, como no caso dos santos patriarcas Adão, Noé, Abraão, Isaque, Jacó, e outros, até chegar a Moisés. Mas em nenhum desses casos ele falou com tal esplendor, visivelmente realidade, ou clamor e exclamação populares, como Ele fez naquelas duas ocasiões. Deus iluminava os seus corações e falava através das suas bocas, como Lucas indica no primeiro capítulo do seu evangelho onde diz, “assim como desde os tempos antigos tem anunciado pela boca dos seus santos profetas” (Lucas 1:70).
No cristianismo primitivo, o bispo de Alexandria teria sido incumbido de enviar cartas às igrejas cristãs por ocasião da Páscoa. Atanásio portanto é o autor destas primeiras cartas que disponibilizamos aqui.
Quando o tema é sucessão apostólica, embora muitos católicos afirmem rapidamente que o primado de Pedro garante a sucessão papal romana, é interessante observar o que dizem algumas fontes católicas sobre o tema.
Segue-se a ressurreição dentre os mortos, sem a qual estaria incompleto o que temos dito até aqui. Ora, uma vez que na cruz, morte e sepultamento de Cristo nada revelam senão fraqueza, todas essas coisas têm de ser ultrapassadas pela fé para que ela se revista de pleno vigor. E assim, embora tenhamos em sua morte a firme consumação de nossa salvação, visto que, por meio dela, não só fomos reconciliados com Deus, mas também ele fez satisfação ao justo juízo, e removida foi a maldição e totalmente paga a pena, somos, no entanto, declarados regenerados para uma viva esperança, não mediante sua morte, mas por meio de sua ressurreição [1 Pe 1:3]; porque, como ele, ao ressurgir, se enalteceu como vencedor da morte, assim a vitória de nossa fé afinal se assenta em sua própria ressurreição.
Se, pois, Calvino é muitas vezes considerado, não sem razão, embora de maneira demasiadamente simplista às vezes, como um teólogo que estimulou o desenvolvimento do liberalismo econômico, deve-se a bem da verdade dizer que ele é, também, indiscutivelmente, o ancestral do Cristianismo social. Não cessou de insurgir-se contra as injustiças de uma liberdade econômica sem compensação social e esforçou-se por corrigir-lhe os efeitos nocivos. A intervenção legislativa do Estado no domínio econômico é, por conseguinte, um princípio conforme à ética social que foi adotada desde o início da Reforma, diante de um capitalismo em via rápida de emancipação de toda coerção moralmente fundada.
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