• Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

    Mateus 5:44,45

  • Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível

    .

    Mateus 17:20

  • Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?

    Lucas 15:4

  • Então ele te dará chuva para a tua semente, com que semeares a terra, e trigo como produto da terra, o qual será pingue e abundante. Naquele dia o teu gado pastará em largos pastos.

    Isaías 30:23

  • As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem;

    João 10:27

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Bem vindos!!

Sejam bem-vindos ao novo site e-cristianismo!! Estamos em processo de migração do conteúdo antigo para o novo, então muitos artigos ainda não fazem parte do novo acervo.

Verso do dia

Almeida Revista e Corrigida (2009) Nova Tradução na linguagem de hoje (2000)

Desde os últimos anos do período patrístico com sua regula fidei (“regra de fé”), a igreja tem lutado com a “perspicuidade (ou clareza) das Escrituras”, ou seja, se elas estão realmente ao alcance da compreensão humana. Não é à toa que os estudiosos da Bíblia são sempre acusados de tirar do leitor comum o acesso às Escrituras. Depois que um texto é dissecado e submetido a uma legião de teorias acadêmicas, o não especialista exclama com tristeza: “Tudo bem, mas o que isso tem a ver comigo? Eu consigo estudar esse texto?”.

Certa vez, apresentei parte do que descobri sobre a crucificação para duas testemunhas de Jeová. Imediatamente eles começaram a me fazer uma série de perguntas, sem me dar sequer uma chance para respondê-las. Desde então, em debates pela internet, observo o mesmo tipo de comportamento em alguns debatedores.

O texto aqui apresenta uma análise da argumentação católica sobre a correta tradução de Lucas 1:28, mais especificamente o termo que o anjo usa para se referir a Maria. Seria a melhor tradução para este termo a expressão "cheia de graça", ou o particípio "agraciada"? Por que teria Jerônimo traduzido este termo pela primeira opção?

O mais fundamental ganho que temos, contudo, da figura de Lucas do desenvolvimento humano de Jesus é a garantia que ela dá para nós da verdade e realidade da humanidade de nosso Senhor. É, de fato, o que Ireneu tem em mente na passagem que nós temos citado dele. As palavras que imediatamente precedem aquelas são: “Ele não parece uma coisa enquanto ele era outra, como aqueles afirmam, os que o descrevem como sendo um homem apenas em aparência; mas o que ele era ele também parecia ser. Sendo um Mestre, então, ele também possuía a idade de um Mestre, não desprezando ou evitando qualquer condição da humanidade, nem deixando de lado em si mesmo aquela lei que ele apontou para a raça humana, mas santificando cada idade pela idade que correspondia àquela que ele mesmo teve”. Pareceria impossível ler a linguagem de Lucas e duvidar da real humanidade da criança cujo avanço à idade adulta ele está descrevendo – avanço junto com cada elemento de seu ser – físico, intelectual e espiritual – igualmente.

Há algum tempo postei o trecho da Vida de Antão, escrito por Atanásio de Alexandria, para tratar de da defesa de um padre católico da intercessão dos santos. Desde então muitos vieram ao site para comentar o texto, dizendo que o texto não nega a intercessão dos santos. A quantidade de comentários neste sentido foi grande, o que mostra que o texto original precisava de ser melhor apresentado.

Em postagens anteriores eu dei resumos concisos do tema de minhas palestras como visitante na Rice University e uma das duas palestras na Houston Baptist University. Nesta postagem eu quero resumir a outra palestra da HBU: “O lugar de Jesus na Oração Cristã primitiva e seu Significado para a Identidade cristã primitiva”.

No dia 1 de janeiro de 1484, na pequena cidade de Wildhaus, nascia um personagem bastante influente na Suíça de seus dias, mas cuja história, por estes estranhos motivos que a vida nos reserva, é pouco conhecida em nossos dias. Seus pais batizariam a criança de Ulrich Zwingli, embora futuramente ele viesse a adotar o nome de Huldrych Zwingli. Seu nome em português, no entanto, estaria mais próximo do nome de batismo: Ulrico Zuínglio.