• Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos.

    Mateus 5:44,45

  • Disse-lhes ele: Por causa da vossa pouca fé; pois em verdade vos digo que, se tiverdes fé como um grão de mostarda direis a este monte: Passa daqui para acolá, e ele há de passar; e nada vos será impossível

    .

    Mateus 17:20

  • Qual de vós é o homem que, possuindo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, e não vai após a perdida até que a encontre?

    Lucas 15:4

  • Então ele te dará chuva para a tua semente, com que semeares a terra, e trigo como produto da terra, o qual será pingue e abundante. Naquele dia o teu gado pastará em largos pastos.

    Isaías 30:23

  • As minhas ovelhas ouvem a minha voz, e eu as conheço, e elas me seguem;

    João 10:27

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Verso do dia

A tradução portuguesa aqui foi baseada no texto alemão apresentado na obra de Phillip Schaff, Creeds of the Evangelical Protestant Churches. Segundo Phillip Schaff, este texto foi obtido da terceira edição, que apareceu em Wittenberg, 1531, e que foi acuradamente republicado pelo Dr. Schneider, Berlin, 1853.

O ebionismo nunca foi uma doutrina muito difundida. Parece ter desaparecido na medida em que a igreja foi se tornando cada vez mais gentílica e menos judaica. Isto não significa, contudo, que esse ensino não representou um desafio para a igreja dos primeiros séculos. Pelo contrário, o que estava em jogo aqui era a singularidade de Jesus Cristo, em contraste com a possibilidade de distorcer sua figura de modo tal que pudesse simplesmente ser sobreposto à antiga religião judaica. Dessa forma, segundo o ensino ebionista, Jesus deixava de ser único e central. Ele não era mais o filho unigênito de Deus, mas um mero profeta dentro da sequência de profetas. Ele não era mais o salvador, mas simplesmente um elemento - algumas vezes secundário - da ação de Deus ao longo desta era.

Clemente, contudo, cujas palavras acabamos de ler, enumera, na continuação do que foi dito, os apóstolos que foram casados, por causa dos que condenam as núpcias. "Por acaso eles reprovam também os apóstolos? Efetivamente, Pedro (Marcos 1:30; 1 Coríntios 9:5) e também Felipe tiveram filhos. Filipe até deu as filhas em casamento. Igualmente Paulo não hesita em certa carta em saudar sua companheira (Filipenses 4:3) que ele não levara consigo (1 Coríntios 9:5,12), para o bem de seu ministério.

O ponto de vista de Calvino é basicamente apresentado como absoluto fatalismo, enquanto que um trecho da Cidade de Deus de Agostinho é apresentado para mostrar que humanos cometendo atrocidades são responsáveis por suas ações. O argumento básico parece ser assim: na teologia da Calvino sobre a vontade, humanos cometendo atrocidades não seriam responsáveis, enquanto que na de Agostinho eles seriam. Calvino não acreditava em livre-arbítrio enquanto que Agostinho acreditava. Caso encerrado.

O evento levantou a questão do papel da religião nas cerimônias de Estado, e, em conseqüência, o problema do casamento civil e da educação secular. A Revolução, ao criar uma nova sociedade, não deveria também muni-la de uma nova religião? Muitos dos revolucionários eram deístas. Acreditavam na natureza; ou, como Rousseau, na comunicação direta com Deus, sem intermediários. Outros elementos de seu credo eram o patriotismo e o culto da fraternité – daí o Templo da Amizade de Saint-Just, onde todos os adultos deveriam, uma vez por ano, enunciar os nomes de seus amigos e explicar aos magistrados por que os haviam citado.

Plínio Segundo, o Jovem, fôra nomeado governador da região da Bitínia - isto é, a costa norte do que hoe é a Turquia - no ano 111. Tudo o que sabemos de Plínio por outras fontes parece indicar que era um homem justo, fiel cumpridor das leis e respeitador das tradições e autoridades romanas. Em Bitínia, entretanto, apresentou-se-lhe um problema que o mantinha perplexo. Alguém fez chegar a ele uma acusação anônima, a qual continha uma longa lista de cristãos. Plínio nunca havia assistido a um julgamento contra os cristãos e, portanto, precisava de experiência no assunto.

Neste impressionante trecho de sua História Eclesiástica, Eusébio de Cesaréia descreve o sofrimento e a coragem dos primeiros mártires cristãos.

Zuínglio preparou estes Artigos como pontos de disputa para a Primeira Disputa de Zurique. Esta Disputa ocorreria em 29 de janeiro de 1523. Dependendo da conclusão desta Disputa, o conselho da cidade decidiria ou não adotar o programa reformatório de Zuínglio, o que acabou de fato acontecendo. Para a disputa vieram 600 pessoas que se amontoaram no pequeno salão onde ocorreu. Zuínglio e seus aliados se sentaram diante do ajuntamento em uma mesa que possuía a Septuaginta, o Velho Testamento Hebraico e o Novo Testamento em grego juntamente com uma cópia da Vulgata Latina. Em 14 de julho de 1523 os 67 Artigos e suas explicações foram publicados em Zurique pelo impressor Froschauer.

Existem dois caminhos: o caminho da vida e o caminho da morte. Há uma grande diferença entre os dois.

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